Visto em 2014
"La culpa es mia, llevo la locura en mis entrañas."
Nota: 8
Escrever sobre os filmes de Almodóvar nunca é fácil. La Piel Que Habito não é previsível, nem oferece pontos de contacto. É uma espécie de sonho louco onde Pedro Almodóvar desafia o conceito de sagrado, as noções de género, a procura da perfeição, os limites da ciência, a loucura do ser humano all wrapped up no nosso pior pesadelo. Não é um filme que se veja descansadinho no sofá, é agressivo, fracturante e brilhante no seu expoente máximo de loucura. A cenografia e fotografia desempenham um papel fundamental na transmissão de clausura e exclusão. Não sei descrevê-lo melhor. Quanto muito posso apenas acrescentar: não é para fracos do coração. 

Visto em 2014

"La culpa es mia, llevo la locura en mis entrañas."

Nota: 8

Escrever sobre os filmes de Almodóvar nunca é fácil. La Piel Que Habito não é previsível, nem oferece pontos de contacto. É uma espécie de sonho louco onde Pedro Almodóvar desafia o conceito de sagrado, as noções de género, a procura da perfeição, os limites da ciência, a loucura do ser humano all wrapped up no nosso pior pesadelo. Não é um filme que se veja descansadinho no sofá, é agressivo, fracturante e brilhante no seu expoente máximo de loucura. A cenografia e fotografia desempenham um papel fundamental na transmissão de clausura e exclusão. Não sei descrevê-lo melhor. Quanto muito posso apenas acrescentar: não é para fracos do coração. 

flowersarechocolate:

CAMPEÕES!!

flowersarechocolate:

CAMPEÕES!!

Visto em 2014
"I read a quote once when I was a kid "We live alone, We die alone. Everything else is just an illusion." it used to keep me up at night."
Nota: 4
Os minutos iniciais de The art of getting by fazem antever qualquer coisa de diferente. Aparentemente não é mais um filme sobre adolescentes. É a história de um miúdo fatalista, que durante a infância descobre que um dia todos acabamos sozinhos. Ele não faz os trabalhos da escola, nem o que quer que seja porque não vê qualquer finalidade ou vantagem nisso. E esse miúdo é nada mais nada menos que o adorável Freddie Highmore (lembram-se com certeza dele no Finding Neverland ou no Charlie and the Chocolate factory). George Zinavoy, o miúdo fatalista, não é calão, nem pouco inteligente, é o contrário de tudo isso, mas como ele próprio diz “What’s the point?”. É com esta premissa extremamente interessante que começamos a acompanhá-lo mas ao longo do filme a história torna-se mais banal. George apaixona-se por Sally, a miúda popular com o seu quê de problemático, e a história acaba por ser sobre esta ligação que os dois estabelecem. Mais um filme sobre adolescentes e paixões impossíveis. Não é mau, mas também não é bom. E tinha tanto potencial…

Visto em 2014

"I read a quote once when I was a kid "We live alone, We die alone. Everything else is just an illusion." it used to keep me up at night."

Nota: 4

Os minutos iniciais de The art of getting by fazem antever qualquer coisa de diferente. Aparentemente não é mais um filme sobre adolescentes. É a história de um miúdo fatalista, que durante a infância descobre que um dia todos acabamos sozinhos. Ele não faz os trabalhos da escola, nem o que quer que seja porque não vê qualquer finalidade ou vantagem nisso. E esse miúdo é nada mais nada menos que o adorável Freddie Highmore (lembram-se com certeza dele no Finding Neverland ou no Charlie and the Chocolate factory). George Zinavoy, o miúdo fatalista, não é calão, nem pouco inteligente, é o contrário de tudo isso, mas como ele próprio diz “What’s the point?”. É com esta premissa extremamente interessante que começamos a acompanhá-lo mas ao longo do filme a história torna-se mais banal. George apaixona-se por Sally, a miúda popular com o seu quê de problemático, e a história acaba por ser sobre esta ligação que os dois estabelecem. Mais um filme sobre adolescentes e paixões impossíveis. Não é mau, mas também não é bom. E tinha tanto potencial…

Say something - Sucré

"and Darcy had never been so bewitched by any woman as he was by her."
Pride and Prejudice - Jane Austen
SPOILER ALERT!
Visto de 2005 a 2014
"But love doesn’t make sense. You can’t logic your way into or out of it. Love is totally nonsensical. But we have to keep doing it, or else we’re lost and love is dead and humanity should just pack it in. Because love is the best thing we do."
Nota: 10
Nove anos depois, chegamos ao final da história de How I met your mother, que apesar do título nunca foi sobre conhecer a mãe dos miúdos mas sim sobre este grupo de amigos fantástico que nos comoveu e fez dar gargalhadas ao longo de toda a série. O resto já toda a gente sabe, porque com toda a certeza toda a gente viu pelo menos um episódio e é impossível não ficar rendido à dinâmica entre os quatro actores e às suas aventuras. Muito se tem dito sobre esta última temporada, as críticas foram mais que muitas e aparentemente há muita gente descontente com o final. Como fã indiscutível da série posso afirmar com segurança que o HIMYM se manteve fiel à sua essência até ao final. Sempre foi sobre eles os quatro, sobre estarem presentes uns para os outros, e por muito adorável que fosse a Tracy, para mim não faria sentido que o Ted pura e simplesmente esquecesse o seu amor pela Robin. Perdoem esta romântica incurável mas o Ted e a Robin estavam destinados a ficar juntos desde o início. Simplesmente não tinham vivido o suficiente para perceber isso. Porque foi o Ted quem sempre esteve lá e a Robin sabia, mesmo no dia do casamento. O último episódio permitiu-nos recordar bons momentos da série e conseguiu ser inesperado até ao final.  Fica-me agora um sabor amargo na boca. Não vão haver mais episódios. E isso é o que mais me entristece.
Obrigada Lilly, Marshall, Barney, Robin e Ted.
It was truly legen(wait for it)dary! <3

SPOILER ALERT!

Visto de 2005 a 2014

"But love doesn’t make sense. You can’t logic your way into or out of it. Love is totally nonsensical. But we have to keep doing it, or else we’re lost and love is dead and humanity should just pack it in. Because love is the best thing we do."

Nota: 10

Nove anos depois, chegamos ao final da história de How I met your mother, que apesar do título nunca foi sobre conhecer a mãe dos miúdos mas sim sobre este grupo de amigos fantástico que nos comoveu e fez dar gargalhadas ao longo de toda a série. O resto já toda a gente sabe, porque com toda a certeza toda a gente viu pelo menos um episódio e é impossível não ficar rendido à dinâmica entre os quatro actores e às suas aventuras. Muito se tem dito sobre esta última temporada, as críticas foram mais que muitas e aparentemente há muita gente descontente com o final. Como fã indiscutível da série posso afirmar com segurança que o HIMYM se manteve fiel à sua essência até ao final. Sempre foi sobre eles os quatro, sobre estarem presentes uns para os outros, e por muito adorável que fosse a Tracy, para mim não faria sentido que o Ted pura e simplesmente esquecesse o seu amor pela Robin. Perdoem esta romântica incurável mas o Ted e a Robin estavam destinados a ficar juntos desde o início. Simplesmente não tinham vivido o suficiente para perceber isso. Porque foi o Ted quem sempre esteve lá e a Robin sabia, mesmo no dia do casamento. O último episódio permitiu-nos recordar bons momentos da série e conseguiu ser inesperado até ao final.  Fica-me agora um sabor amargo na boca. Não vão haver mais episódios. E isso é o que mais me entristece.

Obrigada Lilly, Marshall, Barney, Robin e Ted.

It was truly legen(wait for it)dary! <3

Canon EOS-1Ds Mark III
Bey &lt;3

Bey <3

It was simply amazing! THE Queen &lt;3
beyonce:

The Mrs. Carter Show World Tour 
Lisbon 2014 
Photo Credit: Robin Harper 

It was simply amazing! THE Queen <3

beyonce:

The Mrs. Carter Show World Tour 

Lisbon 2014 

Photo Credit: Robin Harper 

"We’re so much more than
pointless fixtures
Instagram pictures
Consumers
Baby boomers
Cyclical trends
tryna fit in"
Rocket - Beyonce

This moment.

Lido em 2014
"Esta é a grande vantagem da morte, que, se não deixa boca para rir, também não deixa olhos para chorar&#8230;"
Nota: 5
Escrito por Machado de Assis em 1880, Memórias póstumas de Brás Cubas optam pelo mesmo estilo livre de Dom Casmurro. A história é contada na primeira pessoa, como se de uma autobiografia se tratasse, e parece ser levada pelos devaneios do autor que ora descreve pormenorizadamente acontecimentos póstumos ora deixa espaços em branco para momentos que não vale a pena descrever. A história aborda de tudo um pouco desde a escravidão, a sociedade de classes às filosofias da época e descreve inclusive a criação de uma nova filosofia, o Humanitismo, cujo objectivo é eliminar toda e qualquer dor sem olhar a fins. Uma sátira à lei do mais forte. Não gostei particularmente deste Brás Cubas que nos escreve do além para contar o que não valia a pena ser contado. Alguém que almeja tudo e não almeja nada verdadeiramente. Alguém que não deixa legado, que não se consegue ligar realmente a ninguém e que nem filhos tem para continuar a sua história. No entanto, talvez seja essa a wake-up call deste livro. O que estamos nós a fazer que valha a pena ser contado?

Lido em 2014

"Esta é a grande vantagem da morte, que, se não deixa boca para rir, também não deixa olhos para chorar…"

Nota: 5

Escrito por Machado de Assis em 1880, Memórias póstumas de Brás Cubas optam pelo mesmo estilo livre de Dom Casmurro. A história é contada na primeira pessoa, como se de uma autobiografia se tratasse, e parece ser levada pelos devaneios do autor que ora descreve pormenorizadamente acontecimentos póstumos ora deixa espaços em branco para momentos que não vale a pena descrever. A história aborda de tudo um pouco desde a escravidão, a sociedade de classes às filosofias da época e descreve inclusive a criação de uma nova filosofia, o Humanitismo, cujo objectivo é eliminar toda e qualquer dor sem olhar a fins. Uma sátira à lei do mais forte. Não gostei particularmente deste Brás Cubas que nos escreve do além para contar o que não valia a pena ser contado. Alguém que almeja tudo e não almeja nada verdadeiramente. Alguém que não deixa legado, que não se consegue ligar realmente a ninguém e que nem filhos tem para continuar a sua história. No entanto, talvez seja essa a wake-up call deste livro. O que estamos nós a fazer que valha a pena ser contado?